Meu pai e eu, yoga e dor Karina encontrou no yoga um parceiro para o luto e um aliado para a vida. Com a prática, aprendeu que não se deve resistir a dor, mas se render a ela e se fortalecer com isso: "temos a tendência a evitar a dor como se fosse um território que não conseguimos ultrapassar”
Em torno da mesa, para falar das suas perdas Eles se apresentam como uma comunidade de pessoas entre 20 e 30 e poucos anos, que experimentaram perdas importantes e se reúnem em jantares “potlucks” (em que cada um traz seu prato) para conversar sobre o luto e falar de como reinventar a #vidadepoisdaperda
Se estivermos abertos, nossos queridos virão Em entrevista recente, a sempre inspiradora Patti Smith faz uma reflexão sobre como lida com a morte e diz que a conexão que fica com quem se foi só depende de estarmos abertos
Vamos fazer o melhor possível com a Opção B Dois anos depois da morte repentina do marido, a super executiva do Facebook, Sheryl Sandberg, lança um livro para compartilhar seu aprendizado com a perda da pessoa amada e um site para inspirar e incentivar as pessoas a falarem sobre a dor do luto
Um curta sobre a morte Animação irlandesa conta a história de uma alma que vaga perdida até que a Morte a leva para uma sensível jornada de descobertas
Exercício para aliviar a dor No auge da dor, muitas vezes o corpo fica pra escanteio, como nossa última prioridade. Hoje resolvemos falar como a atividade física pode nos ajudar a viver o luto com mais saúde, serenidade e mexer positivamente com nossas emoções
“O luto é um sofrimento que espera sua conclusão” Em um diálogo interessante com a obra de Sigmund Freud, o filósofo André Comte-Sponville relembra a diferença entre viver o luto e estar melancólico
Manchester à Beira-Mar: mergulho nas camadas do luto Não deixe de assistir a este filme sobre perdas tragicamente diversas que nos ajuda a entender as diferentes reações e consequências que cada uma delas nos impõe
Existe hora certa? Médico e colunista da The Atlantic lançou-se o desafio de chegar ao número ideal de anos vividos que validariam a própria existência. O resultado pode ser específico mas a reflexão é válida: o que faz a vivência parecer suficiente?
O que acontece dentro de um crematório? Os bastidores da indústria funerária, narrados por uma jovem estudiosa da morte e de seus ritos contém descrições fortes que nos conduzem, porém, a reflexões sensíveis e profundas sobre a nossa mortalidade